O artigo foi publicado com a autorização do autor e possui algumas adaptações, porém o artigo original está disponível ao final do artigo.

O autor do texto é Greg Babbs, Técnico em Vendas e Gerente de Contas na Datapath, e aqui ele aborda que antes de pensar em tecnologias que reproduzam em 4K é necessário entender um pouco de todo o contexto, equipamento, transição, conteúdo e produção, confira tudo no artigo.

Já estamos preparados para a Tecnologia 4K?

O desenvolvimento de novos padrões de vídeo HDMI 2.0 e DisplayPort v1.2a em 2013 e 2014, respectivamente, foi uma grande evolução. Na Feira ISE 2015 os expositores puderam lançar sua nova tecnologia True 4K e 4K UHD. Entre os expositores, se destacavam: Datapath LTD, Epson, IHSE, WyreStorm, Barco, Crestron, AMX, Panasonic, Sony e Onelan.

Os visitantes foram recebidos por consultores de vendas que estavam bastante entusiasmados para mostrar como suas empresas estão prontas para cumprir as demandas da tecnologia 4K. Mesmo com tantos expositores lançando a tecnologia 4K, é seguro afirmar o fim do HD? Não exatamente.

Então, o que exatamente acontece para as pessoas optarem para o 4K hoje?

Preço? Bem, não exatamente. Como em qualquer novo padrão tecnológico, ele sempre terá um custo mais elevado nos estágios iniciais, mas com o aumento da demanda do mercado, veremos os preços caírem consideravelmente. A medida que a Tecnologia 4K se tornar popular, veremos essa tendência de queda de preços já acontecer em um nível que muitos clientes poderão seriamente optarem pelo 4K nos projetos atuais.

Os dois principais desafios que estão impedindo muitos clientes de integrarem esses novos padrões de vídeo em seus projetos são: a distribuição de sinais e a falta de conteúdo 4K.

No que diz respeito à distribuição de sinal para o HDMI 2.0, vemos que é como a HDBaseT 2.0, que oferece sinal de distribuição 4K, porém é atualmente restrito a suportar larguras de banda que não ultrapassem 10.2 Gbps. Isso significa uma obrigatoriedade na distribuição de resolução 4k a 60 Hz, suportando apenas 4: 2: 0, enquanto os sinais HDMI 1.4 (resolução 4K a 30 Hz) podem ser distribuídos em 4: 4: 4. Isso pode ser bastante perceptível em ambientes gráficos de alta complexidade. Eu acredito que há planos em andamento da HDBaset para um futuro próximo, para suportar resoluções de 4K em 60 Hz de 4: 4: 4.

Uma vez que estes sinais são distribuídos, outro ponto de vista é que isso funcione com resolução 4k com HDMI 2.0. Outra necessidade são cabos com distâncias mais longas, que por sua vez significa mais capacidade e custo.

O que iremos reproduzir em nossos dispositivos com Tecnologia 4K? O que está adaptado ou nativamente disponível nessa resolução?

Então, como mencionado acima, mesmo se tivermos o equipamento 4K pronto e infraestrutura de cabeamento no local, o próximo desafio é: de onde vamos obter o conteúdo 4K? Geralmente há uma aceitação lenta nas empresas que desenvolvem conteúdo 4K, que pode ser em parte, o custo de produzi-lo.

Como sabemos, grandes broadcasters como a Sky e NET ainda transmitem em 1080i, o que significa que apesar do uso de uma tela 4k lhe proporcionar uma visão aprimorada por possuir 4 vezes mais pixels que uma tela Full HD, no entanto, isso pode estar prestes a mudar com os recentes anúncios da Sky e BT’s sobre sua nova transmissão 4K.

Para concluir, enquanto muitas empresas ainda veem a maioria de suas demandas hoje para a tecnologia Full HD, talvez seja a hora de começar a preparar o futuro dos projetos e instalações para se beneficiar dos últimos padrões de vídeo DisplayPort e HDMI 4K.

 

Para conferir a publicação original do artigo, basta acessar Pulse do LinkedIN através desse link.

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